รεหт¡я εн uм ƒคтσ||ƒคтσ quε หคσ нค uмค ł¡หнค dε cσหduтค εรpεяคdค, หεм ł¡หεคя ¡ห,vεятค รεuร cσหcε¡тσร..ᒪƗᘉᕼᗩᔕ Ðᕮ ||doʋʇɐ ɔɐᕴǝçɐ
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24.4.12
[In,]CondicionaL
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E no entanto a mulher, com lábios de framboesa
Coleando qual serpente ao pé da lenha acesa,
E o seio a comprimir sob o aço do espartilho,
Dizia, a voz imersa em bálsamo e tomilho:
- "A boca úmida eu tenho e trago em mim a ciência
De no fundo de um leito afogar a consciência.
As lágrimas eu seco em meios seios triunfantes,
E os velhos faço rir com o riso dos infantes.
Sou como, a quem me vê sem véus a imagem nua,
As estrelas, o sol, o firmamento e a lua!
Tão douta na volúpia eu sou, queridos sábios,
Quando um homem sufoco à borda de meus lábios,
Ou quando os seio oferto ao dente que o mordisca,
Ingênua ou libertina, apática ou arisca,
Que sobre tais coxins macios e envolventes
Perder-se-iam por mim os anjos impotentes!"
Quando após me sugar dos ossos a medula,
Para ela me voltei já lânguido e sem gula
À procura de um beijo, uma outra eu vi então
Em cujo ventre o pus se unia à podridão!
Os dois olhos fechei em trêmula agonia,
E ao reabri-los depois, à plena luz do dia,
Ao meu lado, em lugar do manequim altivo,
No qual julguei ter visto a cor do sangue vivo,
Pendiam do esqueleto uns farrapos poeirentos,
Cujo grito lembrava a voz dos cata-ventos
Ou de uma tabuleta à ponta de uma lança,
Que nas noites de inverno ao vento se balança.
As Metamorfoses do Vampiro (Charles Baudelaire)
Uma vida não questionada não merece ser vivida.
Platão
18.4.12
A(muito) me acostumei A estar Morta
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...
.
Eu me finjo de morta... Isso para a dor
Eu me finjo de morta.... E a dor pára.
As vezes é como dormir
Me enrolando dentro de minhas
torturas particulares
Eu me aninho na dor
Abraço o sofrimento
Acaricio cada ardor
Sou feita de A.cor||des||
Lamento os outros..
Que de pegadas são IO-nizados...
Hoje sou de acordes feito
Vividos ou simples projetos
Me emo.cionam estas p.a.u.t.a.s
Que diante dos meus olhos (tremem)
E se torcem em impreci||são
Hoje não apagarei nada
Será ||o|| nada
Que molhará meus acordes
Acordando-(os)...
(adaptado) Denise Moura
http://dedebizarro.blogspot.com/
__________________________________
Uma borboleta voa em torno da jovem e Hanold pensa que
esta é mensageira do Hades e que a leva de volta para os sonhos.
“Voltarás aqui amanhã ao meio-dia?” Não teria Gradiva perce-bido as intenções eróticas de Hanold e se ofendido?
No dia seguinte, volta à casa de Meleagro e ao passar por um pé deasfódelo em flor, colhe um ramo parasi,
lembrando-se de que é a flor dos infernos.
(Esquecido) já da arqueologia preocupa-se em saber de que Gradivaé feita.
Ao vê-la, exclamou: “Ah, se aomenos fosses viva e real!”
Mas Gradiva se aproxima, pergunta se a flor era para ela e trava com ele um longo colóquio.Pergunta-lhe quando ele ficara ao lado dela enquanto ela se deitava para dormir e ele lhe relata o sonho.
Ele lhe pede para andar,..
"A história de Gradiva é a de um arqueólogo cujo “esquecimento das mulheres”, por assim dizer, vai obter sua cura exatamente em... Pompéia! Com seu trabalho sobre a Gradi-va, Freud vai dar vazão ao seu desejo de ampliar o espectro de ação de sua teoria do inconsciente, a qual ele quis,desde os seus primórdios"
Zoé suporta a transferência e
sempre diz frases com duplo sentido.
“Há muito tempo me acostumei a estar morta”
(porque ela lhe era indiferente).
Ao receber as flores do inferno:
“As flores do esquecimento são apropriadaspara mim”,
também uma interpretação.Freud dá as regras de como tratar odelírio histérico:
Aceitar o delírio e não con-tradizê-lo.
Situar-se no mesmo plano daestrutura delirante,
ser dócil à estruturasubjetiva.
Investigar o delírio o mais completamente possível porque otratamento é a sua investigação, a investigação é o seu tratamento.O analista tem de ir investigando,investigando até descolar do delírio.
Freud chama a atenção de algo impor-tantíssimo:
não desprezar o poder curativo do amor contra o delírio.
Não é a realidade x delírio;
é a transferência||x
...
.
Eu me finjo de morta... Isso para a dor
Eu me finjo de morta.... E a dor pára.
As vezes é como dormir
Me enrolando dentro de minhas
torturas particulares
Eu me aninho na dor
Abraço o sofrimento
Acaricio cada ardor
Sou feita de A.cor||des||
Lamento os outros..
Que de pegadas são IO-nizados...
Hoje sou de acordes feito
Vividos ou simples projetos
Me emo.cionam estas p.a.u.t.a.s
Que diante dos meus olhos (tremem)
E se torcem em impreci||são
Hoje não apagarei nada
Será ||o|| nada
Que molhará meus acordes
Acordando-(os)...
(adaptado) Denise Moura
http://dedebizarro.blogspot.com/
__________________________________
Uma borboleta voa em torno da jovem e Hanold pensa que
esta é mensageira do Hades e que a leva de volta para os sonhos.
“Voltarás aqui amanhã ao meio-dia?” Não teria Gradiva perce-bido as intenções eróticas de Hanold e se ofendido?
No dia seguinte, volta à casa de Meleagro e ao passar por um pé deasfódelo em flor, colhe um ramo parasi,
lembrando-se de que é a flor dos infernos.
(Esquecido) já da arqueologia preocupa-se em saber de que Gradivaé feita.
Ao vê-la, exclamou: “Ah, se aomenos fosses viva e real!”
Mas Gradiva se aproxima, pergunta se a flor era para ela e trava com ele um longo colóquio.Pergunta-lhe quando ele ficara ao lado dela enquanto ela se deitava para dormir e ele lhe relata o sonho.
Ele lhe pede para andar,..
"A história de Gradiva é a de um arqueólogo cujo “esquecimento das mulheres”, por assim dizer, vai obter sua cura exatamente em... Pompéia! Com seu trabalho sobre a Gradi-va, Freud vai dar vazão ao seu desejo de ampliar o espectro de ação de sua teoria do inconsciente, a qual ele quis,desde os seus primórdios"
Zoé suporta a transferência e
sempre diz frases com duplo sentido.
“Há muito tempo me acostumei a estar morta”
(porque ela lhe era indiferente).
Ao receber as flores do inferno:
“As flores do esquecimento são apropriadaspara mim”,
também uma interpretação.Freud dá as regras de como tratar odelírio histérico:
Aceitar o delírio e não con-tradizê-lo.
Situar-se no mesmo plano daestrutura delirante,
ser dócil à estruturasubjetiva.
Investigar o delírio o mais completamente possível porque otratamento é a sua investigação, a investigação é o seu tratamento.O analista tem de ir investigando,investigando até descolar do delírio.
Freud chama a atenção de algo impor-tantíssimo:
não desprezar o poder curativo do amor contra o delírio.
Não é a realidade x delírio;
é a transferência||x
11.4.12
Old one ||
.
Esse vazio não passa.!!!
O Bigodudo dizia Q-quando Olhamos muito
para o Abismo ele Olha para nos
talvez seja isso..(ou Nao)
Deixei de comer o que o medico mandou, me aborreci, não fumei
não transei, não fugi, não tentei.
Mas ele >>>>O Vazio não passa.
Segui as suas prescrições, os seus conselhos, vivi as suas intenções
dobrei os meus joelhos, mas tudo continua, não passa.
Fechei a minha porta e abri meu coração, deletei os rastros soltos
compus poemas loukos, neguei meu próprio ||não||. E ele, ali..(perceptivelmente - Vazio)
Ouvi musikas, gastei as cinzas das horas, ardi os olhos nos livros
hÃ? - mandei-o embora.
Fiz minha voz, de (Si a Dó) totalmente rouca. E deses,perada.mente, permanentemente, o maldito, já dito, não passa.
Que louka. Rasguei então as flores que vc Não me deu, fumei horrores, bebi, bebi, estalei todos os dedos, menti, menti, abracei-me aos velhos medos
caí.
E num ato de desacato, com um punhado de nomes baratos
virei de costas para o meu reflexo.
(Quebrei o espelho)
[Pausa] Contagia,perceba.
Nada de dissimulações voluntárias
tudo tão certo como nunca quis!
(Quanta Verdade podemos suportar..?)
Me procuro em cada letra do seu Belo tratado de independência pois foi Ali..Que esse Vazio me Invadio!!!
"Curiosidade mata.
Amor mata.
Comida do chão, se não engordar, também.
Inveja e diarréia matam.
Bebida? Mata.
Maionese de oculta procedência, mata!
Cigarro mata.
Cócegas matam.
Saudade mata.
E a gente vive morrendo. "
E jah Q-eh pra escrever Que nao se esmague com palavras (A..ss)
E,t,r,e,l,i,n,h,a,s- (C.L)
(●ท૯g૨α|ทѳ¡Ƭ૯ ∞)
Esse vazio não passa.!!!
O Bigodudo dizia Q-quando Olhamos muito
para o Abismo ele Olha para nos
talvez seja isso..(ou Nao)
Deixei de comer o que o medico mandou, me aborreci, não fumei
não transei, não fugi, não tentei.
Mas ele >>>>O Vazio não passa.
Segui as suas prescrições, os seus conselhos, vivi as suas intenções
dobrei os meus joelhos, mas tudo continua, não passa.
Fechei a minha porta e abri meu coração, deletei os rastros soltos
compus poemas loukos, neguei meu próprio ||não||. E ele, ali..(perceptivelmente - Vazio)
Ouvi musikas, gastei as cinzas das horas, ardi os olhos nos livros
hÃ? - mandei-o embora.
Fiz minha voz, de (Si a Dó) totalmente rouca. E deses,perada.mente, permanentemente, o maldito, já dito, não passa.
Que louka. Rasguei então as flores que vc Não me deu, fumei horrores, bebi, bebi, estalei todos os dedos, menti, menti, abracei-me aos velhos medos
caí.
E num ato de desacato, com um punhado de nomes baratos
virei de costas para o meu reflexo.
(Quebrei o espelho)
[Pausa] Contagia,
Nada de dissimulações voluntárias
tudo tão certo como nunca quis!
(Quanta Verdade podemos suportar..?)
Me procuro em cada letra do seu Belo tratado de independência pois foi Ali..Que esse Vazio me Invadio!!!
"Curiosidade mata.
Amor mata.
Comida do chão, se não engordar, também.
Inveja e diarréia matam.
Bebida? Mata.
Maionese de oculta procedência, mata!
Cigarro mata.
Cócegas matam.
Saudade mata.
E a gente vive morrendo. "
E jah Q-eh pra escrever Que nao se esmague com palavras (A..ss)
E,t,r,e,l,i,n,h,a,s- (C.L)
(●ท૯g૨α|ทѳ¡Ƭ૯ ∞)
30.11.11
tunc mihi || In, Latim
-
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O que dizer deste respirar tremulo
e ofegante que nos afoga todos os dias
em nós mesmos ?]
O que dizer da inquietação do desa.ss.ossego
que nos faz poetas e pintores de palavras ?]
Que dizer de tudo o que desejamos ar.dente|mente?
Que dizer se os silêncios nos (soam o futuro?)
Que dizer poeta se r.e.s.p.i.r.a.m.o.s essa vontade?
Que dizer da vida que pede u-r-g-ê-n—ci-a?
(Então, me diz!)
O que responder ?]
Silêncio são os versos maiores dos poetas
Escrever é..
Ver com os sentimentos aquilo que
os olhos não sentem
É cheirar a melodia das palavras
aquelas coisas soltas que pairam
no universo da Dor..
É ser-se mais do que não ser..
É sentir-se o que não se vê..
É pensar com as mãos e agir no
fluir de tinta preta em papel branco
sujo ou até manchado..
Me diz,
O que é essse ter-te como ins.piração..?
-
-
-
Mesmo que o escritor seja a única pessoa capaz
de compreende-la mesmo que nem ele saiba
ao certo o que dizer"
Mas já que se há de escrever, que ao menos não se esmaguem
com palavras as en.trelinhas.
Clarice Lispector
Me diz!
13.6.11
Invented memories ..||surreal
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.
Sentada no banco do jardim *ela, inventava memórias de momentos a dois
recriando-as em todas as palavras juntando-lhe aromas e sonoridades..
... E se hoje são de café e do bater das chuvas nas vidraças, amanhã
jurará a pés juntos que são certamente de orquídeas e de violinos.
Recorda todos os lugares que ainda não visitou, recorda o por-de-sol
em Viena que, segundo ela, se assemelha tanto ao que vê da sua janela..
Assegura que os jardins de Paris são eternos e que os
candeeiros nas ruas se acendem e apagam consoante a sua vontade.
Diz ela a quem passa que ainda reconhece o som dos passos dele
na calçada..
Um a um como se de uma sonata de encontros se tratasse.
Sentada no banco do jardim ela recorda-se dele,
de todos os seus geitos e do modo como ele a embriagava
em promessas futuras.
Recorda O beijO que apenas existem encerrados em si
enquanto este dia durar porque as suas memórias são fugazes.
Sentada no banco de jardim inventa memórias e ninguém a quer ouvir.
Ninguém quer ouvir a insana e pactuar com a sua loucura.
|| ha sempre um poko de loucura no amor || (Platão)
Ainada sentada ela permanece,inventanto memórias de tempos idos
inventa sentimentos correspondidos e é feliz.
(A)prende-me...
Leva contigo os beijos que também te pertencem. Um a um como se
me pegasses em cada um dos meus passos e os transformasses
em marés de segredos.
Vem!!! pega-me na mão enquanto me murmuras que este chão é seguro
demais para nós os dois. Vem no encontro dos instantes e recria
o trapézio dos afetos em beijos de gesso e de sal.
Vem que hoje eu espero por ti, volta que hoje serei o tua
guia neste passeio por tudo o que sou.
Respira-me apenas.
Leva-me também.
Prende-me a ti.
Respira-me apenas.
Prende-te a mim.
Ounnn aGan...innnnn
.
Sentada no banco do jardim *ela, inventava memórias de momentos a dois
recriando-as em todas as palavras juntando-lhe aromas e sonoridades..
... E se hoje são de café e do bater das chuvas nas vidraças, amanhã
jurará a pés juntos que são certamente de orquídeas e de violinos.
Recorda todos os lugares que ainda não visitou, recorda o por-de-sol
em Viena que, segundo ela, se assemelha tanto ao que vê da sua janela..
Assegura que os jardins de Paris são eternos e que os
candeeiros nas ruas se acendem e apagam consoante a sua vontade.
Diz ela a quem passa que ainda reconhece o som dos passos dele
na calçada..
Sentada no banco do jardim ela recorda-se dele,
de todos os seus geitos e do modo como ele a embriagava
em promessas futuras.
Recorda O beijO que apenas existem encerrados em si
enquanto este dia durar porque as suas memórias são fugazes.
Sentada no banco de jardim inventa memórias e ninguém a quer ouvir.
Ninguém quer ouvir a insana e pactuar com a sua loucura.
|| ha sempre um poko de loucura no amor || (Platão)
Ainada sentada ela permanece,inventanto memórias de tempos idos
inventa sentimentos correspondidos e é feliz.
(A)prende-me...
Leva contigo os beijos que também te pertencem. Um a um como se
me pegasses em cada um dos meus passos e os transformasses
em marés de segredos.
Vem!!! pega-me na mão enquanto me murmuras que este chão é seguro
demais para nós os dois. Vem no encontro dos instantes e recria
o trapézio dos afetos em beijos de gesso e de sal.
Vem que hoje eu espero por ti, volta que hoje serei o tua
guia neste passeio por tudo o que sou.
Respira-me apenas.
Leva-me também.
Prende-me a ti.
Respira-me apenas.
Prende-te a mim.
Ounnn aGan...innnnn
3.12.10
Dos troubles || smell of death
.
Onde eu penso reverbera..
((his conscience is what you are))
Tudo tao mecanico.mecanica.mente
Previ,sivel, previsivel||mente!!!
Meu cafeh
nem amarga mais:
tenho en-tornado os Des-Sabores da vida
que de ja tao meus nem os sinto mais.
Hey, Nine..
PERIGO! A mesmificaçao arranca-nos da vida!
Cogito - Ergo - []
En-tornar, Con-tornar, Sem-tornar!
tenho medo da fusao das coisas:
E...
o mundo e tudo vai perdendo a identidade...
Aquele discurso que proclamam lindo
"amor é quando dois se tornam um!"
Utopico Demais?
pra Realidade Q-Rasga o pano dos Sonhos..^^
Quando a bíblia diz: "e serão uma só carne"
ha que se questionar o sentido de "carne" na bíblia
"e o verbo se fez carne"
ou seja: o espirito se HUMANIZOU.
Humana.mente, Desmasiada.mente..Humanos!!!
Hamlet
Ser ou Nao (Ser) heis a Questao!!!
Ser ou não ser, eis a questão.
Será mais nobre em espírito viver
Sofrendo os golpes e as frechadas da afrontosa sorte
Ou armas tomar contra um mar de penas.
Dar-lhes um fim: morrer, dormir...
(Dormir, Sonhar)
Só isso e, por tal sono, dizer que acabaram
Penas do coração e os milhões de choques naturais
Herdados com a carne? Será final
A desejar ardentemente... Morrer, dormir;
Dormir, sonhar talvez... Mas há um contra,
Pois nesse mortal sonho outros podem vir,
Libertos já do mortal abraço da vida...
Deve ser um intervalo... É o respeito
Que de tal longa vida faz calamidade
Pois quem pode suportar do tempo azorrague e chufas,
Os erros do tirano, ultrajes do orgulho,
As angústias de amor desprezado, a lei tardia,
A insolência das repartições e o coice destinado
Pelos inúteis aos meritórios pacientes?
Para quê se pode aquietar-se, acomodar-se,
Com um simples punhal? Quem suportará,
Suando e resmungando,vida de fadigas
Senão quem teme o horror de qualquer coisa após a morte,
País desconhecido, a descobrir, cujas fronteiras
Não há quem volte a atravessar e nos intriga
E nos faz continuar a suportar os nossos males
Em vez de fugir para outros que desconhecemos?...
Assim a todos nos faz covardes nossa consciência,
Assim o grito natural do ânimo mais resoluto
Se afoga na pálida sombra do pensar
E as empresas de mor peso e alto fim,
Tal vendo mudam o seu rumor errando
E nada conseguindo! Sossega agora...
Ofélia gentil? Ninfa, em tuas orações
Sejam sempre lembrados meus pecados.
WIILLIAM SHAKESPEARE
(1564-1613)
Eu definiria amor como estar juntos olhando para a mesma direçao..
Definiçao = " and..
nothing else matters "
dizem que todas as cores combinam no escuro
penso entao que eh um ponto cego o lugar onde se iguala tudo.
formulazinha para obter identidade:
junte todas as porçoes das mais diferentes formas, texturas, sabores
e bata tudo no liquidificador!
leia-se liquidifica.Dor o poder hegemonico.
Hegemônico:
[Do gr. hegemonikós.]
Adj.
1. Relativo a hegemonia.
Hegemonia:
[Do gr. hegemonía.]
S. f.
1. Preponderância de uma cidade ou de um povo sobre outras cidades ou outros povos: &
2. Fig. Preponderância, supremacia, superioridade.
_______________________Ou seja: Nao Quebre as regras. (hÃ..?)
Dogmas de Arlequim
melhor, dogmas de Brighella,
querendo farsear a minha vida!
Não acho graça em burlar a mim mesma!
Nao Aceito!
Delacero(me)- Permita(se)Dilacerar|se..
de-lacerada-mente:
Dilacerar-se eh permitir que o FOGO da vida deixe ideias e sentimentos
Antigos (enterrados)liquidos e disformes como a AGUA que penetra na TERRA deixando-a
porosa com espaços de latencia cheios de AR..Vacuo, vazio..Nao viada.(Respira,me)
Este Ser,estado de movimento de mundo e de vida segue despedaçando-se em muitos caminhos... para reconstruir-se NovaMente, desatando nos e atando novos laços.
Eh, preciso Criar Laços: Diz A raposa ao pequeno principe.
PS: Asteroide B-612 em colisao!
"Já que se há de escrever, que pelo menos não se esmaguem com palavras as entrelinhas."
Clarice Lispector
Onde eu penso reverbera..
((his conscience is what you are))
Tudo tao mecanico.mecanica.mente
Previ,sivel, previsivel||mente!!!
Meu cafeh
nem amarga mais:
tenho en-tornado os Des-Sabores da vida
que de ja tao meus nem os sinto mais.
Hey, Nine..
PERIGO! A mesmificaçao arranca-nos da vida!
Cogito - Ergo - []
En-tornar, Con-tornar, Sem-tornar!
tenho medo da fusao das coisas:
E...
o mundo e tudo vai perdendo a identidade...
Aquele discurso que proclamam lindo
"amor é quando dois se tornam um!"
Utopico Demais?
pra Realidade Q-Rasga o pano dos Sonhos..^^
Quando a bíblia diz: "e serão uma só carne"
ha que se questionar o sentido de "carne" na bíblia
"e o verbo se fez carne"
ou seja: o espirito se HUMANIZOU.
Humana.mente, Desmasiada.mente..Humanos!!!
Hamlet
Ser ou Nao (Ser) heis a Questao!!!
Ser ou não ser, eis a questão.
Será mais nobre em espírito viver
Sofrendo os golpes e as frechadas da afrontosa sorte
Ou armas tomar contra um mar de penas.
Dar-lhes um fim: morrer, dormir...
(Dormir, Sonhar)
Só isso e, por tal sono, dizer que acabaram
Penas do coração e os milhões de choques naturais
Herdados com a carne? Será final
A desejar ardentemente... Morrer, dormir;
Dormir, sonhar talvez... Mas há um contra,
Pois nesse mortal sonho outros podem vir,
Libertos já do mortal abraço da vida...
Deve ser um intervalo... É o respeito
Que de tal longa vida faz calamidade
Pois quem pode suportar do tempo azorrague e chufas,
Os erros do tirano, ultrajes do orgulho,
As angústias de amor desprezado, a lei tardia,
A insolência das repartições e o coice destinado
Pelos inúteis aos meritórios pacientes?
Para quê se pode aquietar-se, acomodar-se,
Com um simples punhal? Quem suportará,
Suando e resmungando,vida de fadigas
Senão quem teme o horror de qualquer coisa após a morte,
País desconhecido, a descobrir, cujas fronteiras
Não há quem volte a atravessar e nos intriga
E nos faz continuar a suportar os nossos males
Em vez de fugir para outros que desconhecemos?...
Assim a todos nos faz covardes nossa consciência,
Assim o grito natural do ânimo mais resoluto
Se afoga na pálida sombra do pensar
E as empresas de mor peso e alto fim,
Tal vendo mudam o seu rumor errando
E nada conseguindo! Sossega agora...
Ofélia gentil? Ninfa, em tuas orações
Sejam sempre lembrados meus pecados.
WIILLIAM SHAKESPEARE
(1564-1613)
Eu definiria amor como estar juntos olhando para a mesma direçao..
Definiçao = " and..
nothing else matters "
dizem que todas as cores combinam no escuro
penso entao que eh um ponto cego o lugar onde se iguala tudo.
formulazinha para obter identidade:
junte todas as porçoes das mais diferentes formas, texturas, sabores
e bata tudo no liquidificador!
leia-se liquidifica.Dor o poder hegemonico.
Hegemônico:
[Do gr. hegemonikós.]
Adj.
1. Relativo a hegemonia.
Hegemonia:
[Do gr. hegemonía.]
S. f.
1. Preponderância de uma cidade ou de um povo sobre outras cidades ou outros povos: &
2. Fig. Preponderância, supremacia, superioridade.
_______________________Ou seja: Nao Quebre as regras. (hÃ..?)
Dogmas de Arlequim
melhor, dogmas de Brighella,
querendo farsear a minha vida!
Não acho graça em burlar a mim mesma!
Nao Aceito!
Delacero(me)- Permita(se)Dilacerar|se..
de-lacerada-mente:
Dilacerar-se eh permitir que o FOGO da vida deixe ideias e sentimentos
Antigos (enterrados)liquidos e disformes como a AGUA que penetra na TERRA deixando-a
porosa com espaços de latencia cheios de AR..Vacuo, vazio..Nao viada.(Respira,me)
Este Ser,estado de movimento de mundo e de vida segue despedaçando-se em muitos caminhos... para reconstruir-se NovaMente, desatando nos e atando novos laços.
Eh, preciso Criar Laços: Diz A raposa ao pequeno principe.
PS: Asteroide B-612 em colisao!
"Já que se há de escrever, que pelo menos não se esmaguem com palavras as entrelinhas."
Clarice Lispector
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