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19.11.11

stultitia in,Latim

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Desvairada, ela escala agora o precipicio de onde se jogou
Arfante, exausta, rastejando nos pedregulhos da propria vida
No corpo velado e na alma rota as cicatrizes eternas,
feias e amargas de tudo o que ja viveu

Cada renascimento dela e' um novo parto
Doloroso, insano, estupido e inconsequente
Que tento desesperadamente abortar

A vida dela e' um resumo de tudo o que ha de mais condenavel
Sofrer por nascer e' destino
Nascer para sofrer e' irresponsabilidade






Vai, escrava errante,
abandona o meu ser


Desgarra-te de mim
Volta para as profundezas do Abismo
De onde um dia deixou-se cair
Vivo eu melhor assim

Todo o meu sofrimento provem de ti
Quando insistes obstinada em reiniciar
Das tuas escolhas insensatas
Sei bem quem paga o preco
O teu querer e' o meu penar.


By//†Morticia†






























Como uma fantasma que se refugia
Na solidão da natureza morta,
Por trás dos ermos túmulos, um dia,
Eu irei refugiar-me à tua porta!

17.12.10

the umbilical cord death



































(So much has changed. Only the essentials remain.)

You read in Braille so blind you wait.

*

I know I'm in your uncertainty.







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Corpo, corpo, porque me abandonaste?
«Tomai, comei» pois é o Q-de mim restou.



Sozinha sobre este abismo da minha vida, mas ja nao consigo
enganar-me a mim propria. Se tiver de sobre||viver..
sera so com o teu auxílio.
De outra maneira, mais tarde

ou mais cedo, acabarei por cair.

((Pois soh tu possuis minhas asas))



Eh tao larga a morte
chegou tao de dentro de mim mesma
que agora que a morte me nasce na garganta

E Vomito, tudo o Q-um dia(pensei)- Ser.


Meia noite e o meu rosto sao alguem
que eu propria des,conheço..





Esmaga-Te um grande circulo que eram
as palavras(tuas). Vi-Te ao longe e correr.

Despedi-me ao (Sentir) o Teu pânico.
Dos pensamentos vi as ruas que eram sordidas.

Naquela luz de verao tu estavas nítido.
Os despojos das flores roxas emaranhados
nos Teus pes no alcatrao escuro
esvoaçavam..




(A) figura.


Qualquer eco ao partires
havia de morrer. Pedras tornavam
as ruas uma paisagem onde cabeceavas.
Tu partias arrastado pelo Tempo.

Assim como eu ficava a Ver-te ao longe
entre as folhas. Grandes copas verdes
todas de flores minusculas escondem
o resto dos teus movimentos.



Docil ante,(Eras tu)..eras fragil
como as minhas silabas vagarosas.

*

So agora espelho a angustia
numa superficie que reflete.

))Mentiras((


Nao pen-sei nunca que o Poema fosse permeavel.
E so agora me pesa este objeto cor ||Negra||


Decifrem-me.








Daqui ate às hipoteses..
O esquecimento aproxima-se. Sao os poemas
que me tapam a visao. Com esta espessura
diante de mim eu ja não Te vejo.



Afasta es-tas imagens usuais que foram postas
nos meus ombros. A minha liberdade depende
de um ato magico. Teras de dissolver
este papel. Chamar limpidamente como eu
ja ouvi chamares-me.



O poema encobre--Te..

Escrever assim eh trespassar-me

ate a minha alma dupla nos Poemas||teus||.

*

Se Tu nao voltares estes poemas hao-de tor-
nar-se tragicos. O texto vai revelar a
cicatriz de seda e os laivos claros do meu
choro. A contra-coraçao vou reescreve-los..



*



Hei-de encontrar aqui uma placa lisa
para arrastar as letras (A)a lapide (certa)


A imagem da "agua sobre minhas coxas" era a de uma
simbiose entre Ti..




Minha ideia de Ti vai enegrecer. A podridao ha-de
macerar o poema. Vou ser eu a autora
a quem a agonia devora juntamente
com um livro inerte.



Quando Tu nao voltares eu saberei ler como um iluminado.
Os significados metaforicos leva-los-ei
ata a ironia. A realidade levanta-la-ei
dessa valeta.


Vai fascinar-me o torvelinho mor-tal em que
mesmo os poemas sem dor sempre se desfazem.
Quanto mais estes em que se ostenta o Amor em pa
ginas as-peras ate eu perder a noçao do (nao) estar presente.
































Amar-te-ei ate ao tedio.

Nao eh uma promessa.
eh uma profecia.

3.12.10

Dos troubles || smell of death

.





























Onde eu penso reverbera..
((his conscience is what you are))





















Tudo tao mecanico.mecanica.mente
Previ,sivel, previsivel||mente!!!
Meu cafeh
nem amarga mais:
tenho en-tornado os Des-Sabores da vida
que de ja tao meus nem os sinto mais.





Hey, Nine..
PERIGO! A mesmificaçao arranca-nos da vida!



Cogito - Ergo - []




En-tornar, Con-tornar, Sem-tornar!
tenho medo da fusao das coisas:



E...
o mundo e tudo vai perdendo a identidade...
Aquele discurso que proclamam lindo
"amor é quando dois se tornam um!"



Utopico Demais?
pra Realidade Q-Rasga o pano dos Sonhos..^^


Quando a bíblia diz: "e serão uma só carne"
ha que se questionar o sentido de "carne" na bíblia
"e o verbo se fez carne"
ou seja: o espirito se HUMANIZOU.



Humana.mente, Desmasiada.mente..Humanos!!!









Hamlet


Ser ou Nao (Ser) heis a Questao!!!


Ser ou não ser, eis a questão.
Será mais nobre em espírito viver
Sofrendo os golpes e as frechadas da afrontosa sorte
Ou armas tomar contra um mar de penas.
Dar-lhes um fim: morrer, dormir...

(Dormir, Sonhar)

Só isso e, por tal sono, dizer que acabaram
Penas do coração e os milhões de choques naturais
Herdados com a carne? Será final
A desejar ardentemente... Morrer, dormir;
Dormir, sonhar talvez... Mas há um contra,
Pois nesse mortal sonho outros podem vir,
Libertos já do mortal abraço da vida...
Deve ser um intervalo... É o respeito
Que de tal longa vida faz calamidade
Pois quem pode suportar do tempo azorrague e chufas,
Os erros do tirano, ultrajes do orgulho,
As angústias de amor desprezado, a lei tardia,
A insolência das repartições e o coice destinado
Pelos inúteis aos meritórios pacientes?
Para quê se pode aquietar-se, acomodar-se,
Com um simples punhal? Quem suportará,
Suando e resmungando,vida de fadigas
Senão quem teme o horror de qualquer coisa após a morte,
País desconhecido, a descobrir, cujas fronteiras
Não há quem volte a atravessar e nos intriga
E nos faz continuar a suportar os nossos males
Em vez de fugir para outros que desconhecemos?...
Assim a todos nos faz covardes nossa consciência,
Assim o grito natural do ânimo mais resoluto
Se afoga na pálida sombra do pensar
E as empresas de mor peso e alto fim,
Tal vendo mudam o seu rumor errando
E nada conseguindo! Sossega agora...
Ofélia gentil? Ninfa, em tuas orações
Sejam sempre lembrados meus pecados.

WIILLIAM SHAKESPEARE
(1564-1613)





Eu definiria amor como estar juntos olhando para a mesma direçao..



Definiçao = " and..
nothing else matters "











dizem que todas as cores combinam no escuro
penso entao que eh um ponto cego o lugar onde se iguala tudo.
formulazinha para obter identidade:

junte todas as porçoes das mais diferentes formas, texturas, sabores
e bata tudo no liquidificador!



leia-se liquidifica.Dor o poder hegemonico.


Hegemônico:
[Do gr. hegemonikós.]
Adj.
1. Relativo a hegemonia.

Hegemonia:
[Do gr. hegemonía.]
S. f.
1. Preponderância de uma cidade ou de um povo sobre outras cidades ou outros povos: &
2. Fig. Preponderância, supremacia, superioridade.


_______________________Ou seja: Nao Quebre as regras. (hÃ..?)




Dogmas de Arlequim
melhor, dogmas de Brighella,
querendo farsear a minha vida!
Não acho graça em burlar a mim mesma!



Nao Aceito!



Delacero(me)- Permita(se)Dilacerar|se..


de-lacerada-mente:



Dilacerar-se eh permitir que o FOGO da vida deixe ideias e sentimentos
Antigos (enterrados)liquidos e disformes como a AGUA que penetra na TERRA deixando-a
porosa com espaços de latencia cheios de AR..Vacuo, vazio..Nao viada.(Respira,me)

Este Ser,estado de movimento de mundo e de vida segue despedaçando-se em muitos caminhos... para reconstruir-se NovaMente, desatando nos e atando novos laços.






Eh, preciso Criar Laços: Diz A raposa ao pequeno principe.






PS: Asteroide B-612 em colisao!

"Já que se há de escrever, que pelo menos não se esmaguem com palavras as entrelinhas."

Clarice Lispector

24.11.10

"Vanity: definitely my favorite sin!"






























"Vanity: definitely my favorite sin!"




Dizia o diabo em sua última frase in The Devil's Advocate...














Verbos fosseis e saudades sobressaltam a palpebra seca das frases
nao Ditas - Das promessas Nao feitas

Carregadas nuvens divaguam-me junto a elas
me vou por entre 7 mil seres plasmada em 7 mil mares..
e eu soh queria uma cítara no coraçao da noite:

tua voz a dizer macia meu nome pr'eu viver mais.

















calo por aus^ncia de mim.




transposiçao das coisas que existem e que nao posso
viver na existencia delas eh meu martirio
sou tudo quanto nao eh possível
sou a impossividade dos seculos pele
tantos metros de poros que ecoam vertigens passadas
sou um(ser) humano que calou...

cala.frios, mornos e quentes.Frios
















"Pai - Afasta De mim esse calice - De vinho tinto e sangue"






vou ficando por isso metade
uma me segue outra me fica
e sei somente inteiro se edi||fica..






"Como beber dessa bebida Amarga?
calar a Dor e engolir a labuta?"

















Que nadas me aguardam no proximo ato?
que pode ser mais vazio que este desfile de mascaras vazias?
desabitude secular... secan,gular! sem lar...
aridamente inóspito sem nenhuma promessa(ss)





Por Deus tres! Como me sinto soh!
Se ate Tu precisaste de uma parte humana
dize-me se te posso representar sozinha?
triplifica-me senhor!

tem dias (e noites) que não me posso mais!


















"Quero lançar um grito desumano
Que é uma maneira de ser escutado
Esse silêncio todo me atordoa
Atordoado eu permaneço atento"













Metida na simbiose hipocrita de suas "normas" e numeros sub-Ideologias
vou criando meu meio na minha e tao minha lei marginal
sub-escrita no meu verbo de dentro
E alimentada por este olho paralelo
- necessario estrabismo -






"Pai afasta de mim esse calice"














sistema de pensar fraudulento de engendro e confusao
xadrez de ninguem o Rei esta morto!
Quanto nada desvairado de vazioss absurdos..

Sou tudo e nada plasmada ínfima e majestosamente
Ubiquidade maior cosmica pássara
Respirar de celulas líquida(ss)

Como Deus que Uno divide-se em tres...
(incluse nesta parte podre: Do homem).

Eu: natureza, carne e espírito.
Eu: ser de historia e de renovaçao
Eu: ser de medo e de possibilidade
Eu: retraçao e expansao
Eu: multiverso disperso no universo terreno...

Espero que a vida do meu Eu que te eh possa celebrar a tua


E Assim me Guardo(Delaceradamente)em Territorios de nao-eu..












"Talvez a vida nao seja um fato consumado
Quero morrer do meu próprio veneno, Pai"

26.9.10

PQ eu nem sei o Q - “eu” significa

..








































...Vou Sobre.vivendo
além do caminho..

malgrado os tropeços
além das feridas, lagrimas e muitas
(dores)



Escolho jeitosa
os paliativos as muletas

As compressas



vou simulando minhaa recuperação

aqui umas rasuras

acolá uma poesia e o poeta mente
Q-(A) Dor nao sente..



Letras em letras sugo dos ossos minha poesia
de sonho e utopia..

forrei o solo ergui o telhado
preenchi as paredes, enfeitei a mesa com flores
de jasmim..

com cautela deslizo meus chinelos
na surdina afino meu violino
pra não espantar os fantasmas
com as notas Q-ferem



pra não despertar a dor.



E, com mão tremulas ainda
rego as flores do meu jardim
com as rosas Q-me destes!!!







E do teu poema, faço (meu) Alimento
do teu Ar - me Inspirar..


E assim sobrevivo, a mais um corte!



-

-

-

E eles Globolos Brancos
Q-destroem sem se importar
com os Vermelhos




Sangue
sangue





presisa-(se)
Do seu!






(Respira comigo)


































Reflexao

^^

"A distância do verbo ao pensamento
é-me acima a do claro a escuridão.
Ja não sei o porque do movi.mento
que se da entre a pauta e a minha mão"



Enquanto (essas) pausa
meu pranto!